Um estudo desenvolvido em pelo CB Insight, instituto de pesquisa de Nova Iorque, apontou os principais motivos porquê as startups falham. Seu objetivo era mostrar dados sobre os principais erros cometidos pelas startups que falharam e com isso ajudar as novas a não falharem mais, ao menos não pelos motivos recorrentes.

Esse estudo foi realizado com mais de 100 startups em 2013 e elencou os 20 principais fatores do porque as startups falham. Entre eles, os três primeiros são: 1- possuem um produto que o mercado não quer comprar, 2- por má gestão financeira  e em terceiro lugar por dificuldades em Gestão de Pessoas:  baixa motivação, baixa capacidade de entrega e falta de visão comum.

Apesar dos motivos já serem conhecidos e existirem ferramentas para reduzir o risco de falhar, o empreendedor que está nos primeiros anos do negócio precisa escolher onde vai colocar sua energia para a empresa dar certo, geralmente iniciando por vendas e produto. A medida que a empresa evolui ele passa a dar atenção as outras áreas da empresa e é geralmente nessa fase que o gestor fica mais atento a perceber e questionar sobre gestão de pessoas. Esse tema passa a ser discutido nas conversas formais, no happy-hour de sexta-feira ou em qualquer momento dentro ou fora do local de trabalho.

No momento que o tema Pessoas começa ser olhado de maneira mais estratégica pela organização, e melhor, quando o CEO particularmente coloca mais energia nisso, a empresa já pode começar a desenvolver uma estrutura voltada a pensar Gestão de Pessoas de maneira mais estratégica, seja na atração de talentos, nos programas de treinamento, no plano de carreira entre outros projetos. O primeiro passo é definir um ownership para área, seja interno ou externo, que irá cuidar de gestão de pessoas e a partir disso traçar planos de metas, definir métricas e indicadores de perfomance a serem alcançados pela área.

É fácil? Não tanto quanto parece, mas é importante começar! De maneira simples, tirando lições aprendidas em cada ciclo e evoluindo continuamente. A medida que o tempo passa  a empresa vai adquirindo mais experiência, compreende melhor e evolui o seu modelo de gestão de talentos – que é único e cada uma tem o seu.

 

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